quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Frutos putrefatos de maldade

Como é pequena a alma de uma mente dominada pela maldade.
Nada lhe é possivel agradar ou contentar.
Sobre tudo e todos despeja sua inveja,
Espalha seu sarcasmo e assim infesta o ambiente.
Alimenta-se sugando tudo que é belo, que não é capaz de ter,
conquistar ou simplesmente imaginar diante da pequenez de sua mente.
Pequenos são os atos e gestos de uma mente assim no último estágio de putrefação.
Ao ver seu reflexo no espelho nao aceita que nada fuja dos seu pobres e podres
padrões decadentes da sua mente demente.
Sua bússula é o cheiro da discórdia, injúria e da desgraça.
Falta-lhes honra, senso de justiça e tudo aquilo que caracteriza um ser humano.
Pobres mentes!
Possuem mil codinomes
Pobres seres!
Pobres seres doentes!
Pobres seres dementes!
Nunca saberão o que é a felicidade!

Socorro?! Que nada...

Socorro, não estou sentindo nada
Nem medo, nem calor, nem fogo
Não vai dar mais pra chorar, nem pra rir
Socorro, alguma alma, mesmo que penada
Me entregue suas penas
Já não sinto amor, nem dor, já não sinto nada
Socorro, alguém me dê um coração
Que esse já não bate, nem apanha
Por favor, uma emoção pequena
Qualquer coisa
Qualquer coisa que se sinta
Em tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva
Socorro, alguma rua que me dê sentido
Em qualquer cruzamento, acostamento, encruzilhada
Socorro, eu já não sinto nada, nada
Composição: Arnaldo Antunes/Alice Ruiz

Adaptação

Adaptando a musica fica perfeita.


"Nunca dou nada a ninguém
Nem um olhar
Nunca falo tudo bem
Sorrir jamais me convém
Não há de ter um bem

Sou má, maluca,malina
Só não sou massa...E magoou
massacro machuco
E mato!"

Só isso!!