segunda-feira, 2 de março de 2009

Quem dormir em seus braços gélidos
Irá petrificar ao sentir
O toque da brisa fria,
Estática e sombria
Que habita só
E somente só
as profundezas
do seu abismo.

Can't Deny

Roubou-me a saliva para lavar tuas feridas
Lavou as tuas mágoas
O meu encanto enxugou tem pranto
Agora sopre para bem longe
A sua consciência crucificadora
Esse manto de pó
Que já me fez esquecer
O que resta depois?

Estupidez

Estúpida ansiedade
Estúpidos nervos isolados
Canto, encanto ou desencanto?
Conto até mil e não passa..
Estúpido medo
Do breu,
Do fim.
O que sinto será verdade?
Essa estúpida ansiedade
.
.
.
.
Já devia ter aprendido.

Oh Deus!

Me perdi no meio do nada!